Local Escolhido no Parque
Escolhemos esse banco do Parque Municipal como ponto de partida para o nosso não-objeto porque ele funciona quase como um palco espontâneo: a forma curva acolhe grupos, cria encontros e desenha naturalmente um fluxo de circulação ao redor, provocando permanência, conversa e pausa.
Para um não-objeto, isso é ouro. A forma já incentiva usos múltiplos sem precisar de nada extra, o entorno arborizado reforça a sensação de refúgio, e o desenho vermelho contrasta com o verde, chamando atenção sem agredir o espaço. Escolher esse banco é aproveitar um elemento que já se comporta como experiência, não apenas como mobiliário.
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